Confira o que fazer na Chapada dos Guimarães e conheça as experiências que realmente valem a pena no destino.
A Chapada dos Guimarães oferece uma boa variedade de cachoeiras, mirantes e trilhas, mas as atrações não ficam concentradas em um único ponto. Por isso, organizar o que fazer faz diferença na experiência. Além disso, alguns acessos exigem planejamento prévio, o que impacta diretamente no roteiro. Diferente de outras chapadas, como a Chapada dos Veadeiros, aqui é possível montar boa parte do roteiro por conta própria. Por isso, a seguir, você confere as principais atividades, quantos dias ficar e como distribuir melhor os passeios.

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- Principais pontos turísticos da Chapada dos Guimarães
- 10 atividades para fazer na Chapada dos Guimarães
- Quantos dias ficar na Chapada dos Guimarães
- Dicas sobre o que fazer na Chapada dos Guimarães
- Dúvidas sobre o que fazer na Chapada dos Guimarães
- Lista dos pontos turísticos na Chapada dos Guimarães
PRINCIPAIS PONTOS TURÍSTICOS DA CHAPADA DOS GUIMARÃES
A Chapada dos Guimarães reúne atrações naturais que se distribuem entre mirantes, cachoeiras e trilhas, o que faz com que o roteiro se organize mais por regiões do que por proximidade imediata. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães concentra alguns dos principais cartões-postais, e, por isso, costuma ser o ponto de partida da viagem. É ali que fica o Véu da Noiva, uma das imagens mais conhecidas do destino, com acesso fácil e vista direta para a queda d’água.
- Parque Nacional da Chapada dos Guimarães
- Véu da Noiva
Outro destaque importante é a Cidade de Pedra, que chama atenção pelas formações rochosas e pela vista ampla dos paredões. O local exige planejamento prévio para visita, mas entrega um dos cenários mais impressionantes da região. Além disso, outros mirantes ao longo da chapada complementam bem o roteiro, principalmente no fim do dia, quando o pôr do sol costuma ser um dos momentos mais bonitos da viagem.
As cachoeiras também têm papel central na experiência. Dentro do parque nacional, alguns circuitos reúnem várias quedas no mesmo percurso, o que permite otimizar o tempo e explorar mais de uma atração no mesmo dia. Fora do parque, outras opções ampliam as possibilidades, com diferentes níveis de acesso e estrutura.
Além disso, trilhas guiadas e passeios em áreas privadas ajudam a diversificar o roteiro, principalmente para quem tem mais dias disponíveis. Já o centrinho da cidade funciona como base da viagem, com restaurantes e estrutura de apoio entre um passeio e outro. No fim das contas, a Chapada dos Guimarães oferece um conjunto equilibrado de atrações, com foco total na natureza e em experiências ao ar livre.
MAPA DOS PONTOS TURÍSTICOS DA CHAPADA DOS GUIMARÃES
Confira abaixo o mapa com os principais pontos turísticos:
PREÇO DAS PRINCIPAIS ATRAÇÕES DA CHAPADA DOS GUIMARÃES
A seguir, você confere os preços atualizados das principais atrações da Chapada dos Guimarães em 2026. Os valores podem variar conforme a época do ano, tipo de passeio (privativo ou em grupo) e política de cada operadora ou propriedade:
- Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (entrada): gratuita.
- Véu da Noiva (mirante): gratuito.
- Circuito de Cachoeiras do Parque Nacional (com guia obrigatório): entre R$ 120 e R$ 200 por pessoa (em grupo); passeios privativos podem custar a partir de R$ 300.
- Cidade de Pedra (acesso com guia obrigatório): entre R$ 150 e R$ 250 por pessoa.
- Trilha Morro de São Jerônimo (com guia): entre R$ 180 e R$ 300 por pessoa, dependendo do tamanho do grupo.
- Cachoeira da Geladeira (propriedade privada): cerca de R$ 30 a R$ 50 por pessoa.
- Cachoeira do Marimbondo: entrada entre R$ 20 e R$ 40 por pessoa.
- Cachoeira do Jamacá: entrada em torno de R$ 30 a R$ 50 por pessoa.
- Cachoeira da Martinha: gratuita (acesso livre).
- Mirantes como Centro Geodésico e Portão do Inferno: gratuitos.
- Passeios guiados completos (day use com transporte saindo de Cuiabá): entre R$ 250 e R$ 500 por pessoa.
- Passeios privativos (carro + guia): a partir de R$ 600 a R$ 1.200 por grupo, dependendo do roteiro.
Obs: os valores são aproximados com base em preços praticados por agências locais e propriedades em 2025 e 2026. Pode haver variações conforme o câmbio, temporada, tipo de passeio e negociação direta com guias ou operadoras.

10 ATIVIDADES PARA FAZER NA CHAPADA DOS GUIMARÃES
Com tantas opções ligadas à natureza, organizar o que fazer na Chapada dos Guimarães ajuda a aproveitar melhor cada dia de viagem. Por isso, reunimos atividades que combinam mirantes, cachoeiras e trilhas, além de experiências que mostram diferentes formas de explorar a região. A seguir, você confere sugestões que funcionam bem tanto para roteiros mais curtos quanto para quem tem mais tempo disponível.
1. VISITAR O VÉU DA NOIVA
O Véu da Noiva é o principal cartão-postal da Chapada dos Guimarães e costuma ser o primeiro contato com o destino. Localizado dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, o mirante oferece uma vista direta para a queda d’água de cerca de 86 metros, cercada por paredões de arenito. Além disso, o acesso é simples e bem estruturado, o que facilita incluir o passeio logo no início da viagem.
Também vale dedicar alguns minutos para observar a paisagem com calma, já que o cenário impressiona pela dimensão e pelo contraste com o cerrado ao redor. Inclusive, como não é possível descer até a base da cachoeira nesse ponto, o destaque fica mesmo para a vista panorâmica. Por isso, o Véu da Noiva funciona como uma introdução perfeita para entender o estilo da Chapada.
2. CONHECER A CIDADE DE PEDRA
A Cidade de Pedra é um dos cenários mais impressionantes da Chapada dos Guimarães e chama atenção pelas formações rochosas esculpidas ao longo do tempo. O local oferece uma vista ampla dos paredões e do vale, criando um visual bem diferente do restante do roteiro. Além disso, a visita exige acompanhamento de guia, o que torna o passeio um pouco mais planejado.
Ainda assim, o esforço compensa. A paisagem é uma das mais marcantes da região e rende algumas das melhores fotos da viagem. Além disso, o passeio costuma ser combinado com outros pontos próximos, o que ajuda a otimizar o dia. Inclusive, a Cidade de Pedra entra facilmente como um dos destaques do roteiro.

3. FAZER O CIRCUITO DE CACHOEIRAS DO PARQUE NACIONAL
O circuito de cachoeiras do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães reúne várias quedas d’água em um único percurso e funciona como um dos passeios mais completos da região. A trilha tem cerca de 6 km (ida e volta) e passa por pontos como a Cachoeira dos Namorados, das Andorinhas e a Prainha. O nível é leve a moderado, mas o calor exige preparo, principalmente em dias mais secos.
Durante o trajeto, as paradas permitem banho e descanso em diferentes trechos do Rio Preto, que forma as cachoeiras ao longo do caminho. A dos Namorados é uma das mais acessíveis, enquanto a das Andorinhas tem um ambiente mais fechado e agradável para entrar na água. A Prainha aparece como um ponto mais tranquilo no meio do percurso.
O passeio exige guia obrigatório e não pode ser feito por conta própria. Os valores costumam variar entre R$ 120 e R$ 200 por pessoa em grupo, podendo ultrapassar R$ 300 em saídas privativas. O transporte até o parque normalmente não está incluído, então é preciso ir de carro até o ponto de encontro.

Cachoeira dos Namorados
4. CONHECER AS CACHOEIRAS DA CHAPADA DOS GUIMARÃES
Além das atrações dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, a região conta com várias cachoeiras fora da área protegida, muitas delas em propriedades privadas. Isso significa que você consegue visitar por conta própria, sem necessidade de guia, o que dá mais flexibilidade para montar o roteiro. Em geral, o acesso é feito de carro até a entrada e depois uma caminhada curta até a queda.
Essas cachoeiras costumam cobrar taxa de entrada (day use) e têm estrutura simples, como estacionamento e áreas de apoio. Os valores variam pouco entre elas e normalmente ficam na faixa de R$ 20 a R$ 50 por pessoa. O funcionamento costuma ser durante o dia, com entrada até o meio da tarde, mas vale sempre confirmar antes de ir, porque não existe um padrão único.
Entre as principais, vale considerar:
- Cachoeira da Geladeira: Uma das mais conhecidas fora do parque. Fica em área privada e tem acesso por trilha curta. A água é clara e boa para banho. Entrada em torno de R$ 30 a R$ 50.
- Cachoeira do Marimbondo: Tem uma queda maior e mais volumosa, o que chama atenção logo na chegada. O acesso é simples, mas exige cuidado em dias de chuva. Entrada geralmente entre R$ 20 e R$ 40.
- Cachoeira do Jamacá: Exige uma trilha um pouco mais longa em comparação às outras, o que deixa o passeio mais imersivo. O ambiente é mais fechado e com bastante vegetação. Entrada na faixa de R$ 30 a R$ 50.
- Cachoeira da Martinha: A mais fácil de acessar. Fica praticamente à beira da estrada e não exige trilha. Não costuma cobrar entrada e funciona mais como uma parada rápida para descanso ou banho.
No geral, essas cachoeiras funcionam bem para montar dias mais leves ou complementar o roteiro entre passeios guiados.
5. EXPLORAR OS MIRANTES DA REGIÃO
Os mirantes da Chapada dos Guimarães são alguns dos pontos mais fáceis de acessar e, ao mesmo tempo, entregam as vistas mais amplas da região. Muitos ficam ao longo da rodovia MT-251, que liga Cuiabá à cidade, então dá para incluir várias paradas no mesmo deslocamento, sem precisar de trilha longa ou planejamento complexo.
O Centro Geodésico da América do Sul é o mais conhecido. Fica dentro da cidade e tem acesso totalmente livre, sem cobrança de entrada. O local funciona basicamente como um mirante urbano, com vista aberta para o vale. Já o Mirante Alto do Céu é uma opção privada, mais estruturada, com cobrança de entrada que costuma ficar entre R$ 20 e R$ 40. Em compensação, oferece melhor estrutura e é bastante procurado no fim da tarde.
Outro ponto importante é o Portão do Inferno, que fica na estrada e não exige pagamento. A parada é rápida, mas rende uma das vistas mais impressionantes da chapada, com paredões bem próximos. Como vários mirantes ficam espalhados, o ideal é ir parando conforme o deslocamento, sem necessidade de dedicar um dia inteiro só para isso.
6. ASSISTIR AO PÔR DO SOL NA CHAPADA
O pôr do sol é um dos momentos mais valorizados na Chapada dos Guimarães, principalmente por causa da amplitude da paisagem. Como os mirantes ficam voltados para o vale, a luz do fim da tarde destaca os paredões e muda completamente o visual em poucos minutos. Não é um passeio específico, mas sim um encaixe estratégico no roteiro do dia.

O Mirante Alto do Céu é um dos locais mais procurados para esse horário, justamente por oferecer estrutura e uma vista mais aberta. Como a entrada é paga, vale chegar com antecedência, especialmente em finais de semana e feriados. Já o Centro Geodésico funciona como alternativa gratuita, com acesso simples e sem necessidade de planejamento prévio.
Na prática, o ideal é já organizar o dia para terminar em algum mirante. Isso evita deslocamentos desnecessários e garante uma experiência mais tranquila, sem correria para chegar a tempo.
7. FAZER TRILHAS GUIADAS
Algumas das trilhas mais interessantes da Chapada dos Guimarães só podem ser feitas com acompanhamento de guia credenciado. Isso acontece principalmente dentro de áreas controladas ou em percursos mais longos, onde há exigência de segurança e preservação ambiental.
A trilha para o Morro de São Jerônimo é uma das mais conhecidas nesse formato. O percurso exige mais preparo físico, com subidas e trechos expostos, mas entrega uma das vistas mais amplas da região no topo. O passeio costuma durar meio período ou um dia inteiro, dependendo do ritmo do grupo.

Morro de São Jerônimo
Entre as principais trilhas da região, vale considerar:
- Morro de São Jerônimo: Trilha mais desafiadora, com subida até o topo e vista ampla da chapada.
- Circuito de Cachoeiras do Parque Nacional: Percurso que combina caminhada com várias paradas para banho ao longo do caminho.
- Trilha da Cidade de Pedra: Caminhada leve até os mirantes das formações rochosas, sempre com guia obrigatório.
- Vale do Rio Claro (trilhas guiadas): Região com trilhas mais imersivas, geralmente combinadas com passeios organizados.
Os valores variam bastante conforme o tipo de trilha e o tamanho do grupo. Em média, ficam entre R$ 150 e R$ 300 por pessoa, podendo aumentar em roteiros mais longos ou privativos. Em alguns casos, o transporte não está incluído, então é importante confirmar todos os detalhes antes de fechar.
8. CONHECER O CENTRO DA CHAPADA DOS GUIMARÃES
O centro da Chapada dos Guimarães funciona como base da viagem, com restaurantes, lojinhas e serviços essenciais. A região é pequena e fácil de explorar a pé, principalmente no entorno da Praça Dom Wunibaldo, onde se concentra boa parte do movimento. É ali também que fica a Igreja de Sant’Ana, um dos pontos mais tradicionais da cidade e presença constante no cenário local.
Não é um ponto turístico no sentido clássico, mas entra no roteiro entre um passeio e outro. É onde você resolve refeições, faz pausas e organiza os próximos dias. À noite, o movimento aumenta um pouco, com restaurantes funcionando até mais tarde, mas sem agito intenso.
Como tudo fica próximo, não exige planejamento nem custo específico. Basta encaixar no roteiro de forma natural, principalmente no fim de tarde ou à noite.

Igreja Sant’ana
9. FAZER PASSEIOS EM ÁREAS PRIVADAS
Além do parque nacional, a Chapada dos Guimarães conta com várias propriedades privadas que oferecem experiências completas, incluindo trilhas, cachoeiras e áreas de banho. Esses lugares funcionam no sistema de day use, com acesso controlado e estrutura mais organizada.
Os valores costumam variar entre R$ 30 e R$ 80 por pessoa, dependendo da estrutura e da quantidade de atrações dentro da propriedade. Em alguns casos, há restaurante, áreas de descanso e até atividades adicionais, o que pode deixar o passeio mais confortável em comparação com áreas públicas. O acesso geralmente é feito de carro até a entrada, seguido de trilhas curtas ou médias. Como cada propriedade tem regras próprias, é importante verificar horário de funcionamento e necessidade de reserva antecipada.
Entre as principais opções, vale considerar:
- Cachoeira Rica: Uma das maiores quedas da região, com visual mais aberto e volume de água impressionante. O acesso exige estrada de terra longa e, em alguns trechos, carro alto ajuda. A visita é controlada e pode exigir reserva. Costuma cobrar entrada ou taxa de visita.
- Vale do Rio Claro (balneários e propriedades): Região com águas claras e áreas voltadas para banho e contemplação. Existem diferentes pontos de acesso privados, alguns com estrutura simples e outros mais completos. Entradas geralmente entre R$ 30 e R$ 60.
- Pousadas com day use (região da Chapada): Algumas pousadas permitem acesso para não hóspedes, com uso de trilhas, áreas verdes e até cachoeiras dentro da propriedade. Os valores variam bastante, mas costumam partir de R$ 50.
10. FAZER UM BATE E VOLTA AO LAGO DO MANSO
O Lago do Manso fica a cerca de 1h a 1h30 da Chapada dos Guimarães e funciona como uma alternativa para quem quer variar o roteiro. A região tem águas calmas e estrutura voltada para lazer, com pousadas, restaurantes e áreas de banho.
O acesso é feito de carro, sem necessidade de guia. A ideia é fazer algum day use em algum balneário. Inclusive, vale alguns nem cobram entrada, apenas o consumo mínimo, enquanto outros funcionam como balneários abertos. Esse passeio costuma ocupar meio dia ou um dia inteiro, principalmente para quem quer descansar após trilhas e cachoeiras.
QUANTOS DIAS FICAR NA CHAPADA DOS GUIMARÃES
Muitos viajantes chegam à Chapada dos Guimarães sem saber exatamente quanto tempo dedicar ao destino, já que as atrações parecem próximas no mapa. No entanto, como os passeios envolvem deslocamentos, trilhas e horários de visitação, o ideal é reservar pelo menos três dias para conhecer o essencial com tranquilidade. Nesse período, você consegue visitar o Véu da Noiva, conhecer a Cidade de Pedra, fazer um circuito de cachoeiras e ainda incluir alguns mirantes ao longo do caminho.
Com dois dias, também é possível montar um roteiro básico, mas com ritmo mais corrido e menos flexibilidade. Nesse caso, o ideal é priorizar os principais pontos turísticos e escolher apenas um passeio mais estruturado, como o circuito de cachoeiras ou uma trilha guiada. Ainda assim, você pode sentir que ficou faltando tempo para explorar outras áreas com calma.
Já quem tiver quatro dias ou mais consegue distribuir melhor os passeios, incluir cachoeiras fora do parque, explorar áreas privadas e até fazer um bate e volta ao Lago do Manso. O destino não exige uma semana inteira, mas alguns dias extras ajudam a reduzir o ritmo e aproveitar melhor cada experiência, sem depender de encaixes apertados no roteiro.

DICAS SOBRE O QUE FAZER NA CHAPADA DOS GUIMARÃES
Confira abaixo nossas principais dicas:
- Comece os passeios cedo: o calor na Chapada é intenso ao longo do dia, e muitas trilhas ficam mais cansativas depois das 10h. Além disso, algumas atrações têm controle de acesso ou limite de visitantes.
- Organize o roteiro por regiões: as atrações ficam espalhadas e os deslocamentos levam mais tempo do que parecem no mapa. Agrupar mirantes, cachoeiras e trilhas próximas ajuda a evitar perda de tempo.
- Verifique quais passeios exigem guia: locais como o circuito de cachoeiras do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães e a Cidade de Pedra não permitem visitação por conta própria.
- Leve dinheiro em espécie: várias cachoeiras e propriedades privadas não aceitam cartão ou Pix, principalmente em áreas mais afastadas.
- Use carro para se locomover: aplicativos de transporte funcionam de forma limitada e não atendem bem as principais atrações turísticas.
- Evite deixar atrações principais para o fim do dia: algumas cachoeiras e trilhas têm horário de entrada até o início da tarde, o que pode comprometer o passeio.
- Planeje o pôr do sol com antecedência: mirantes como o Alto do Céu costumam encher, principalmente em finais de semana e feriados.
- Combine passeios leves com atividades mais intensas: alternar trilhas longas com visitas a mirantes ou cachoeiras de acesso fácil ajuda a manter o ritmo da viagem.

Rio Preto na Chapada dos Guimarães
DÚVIDAS SOBRE O QUE FAZER NA CHAPADA DOS GUIMARÃES
Algumas dúvidas sobre o que fazer na Chapada dos Guimarães podem surgir. Por isso, separamos as 5 principais perguntas a respeito do tema:
1. Quais são os principais pontos turísticos da Chapada dos Guimarães?
Os destaques da Chapada dos Guimarães incluem o Véu da Noiva, a Cidade de Pedra e o circuito de cachoeiras do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Além disso, mirantes como o Centro Geodésico e o Alto do Céu aparecem com frequência no roteiro. Fora do parque, cachoeiras em áreas privadas também complementam bem a viagem.
2. O que não posso deixar de fazer na minha primeira viagem na Chapada dos Guimarães?
Na primeira visita, vale priorizar o Véu da Noiva, a Cidade de Pedra e pelo menos um circuito de cachoeiras. Esses três pontos já dão uma boa visão do destino. Também é interessante incluir um pôr do sol em um dos mirantes e uma cachoeira fora do parque para diversificar a experiência.
3. Quais são os passeios mais adequados na Chapada dos Guimarães para cada estação?
Na primeira visita, vale priorizar o Véu da Noiva, a Cidade de Pedra e pelo menos um circuito de cachoeiras. Esses três pontos já dão uma boa visão do destino.
4. Dá para conhecer a Chapada dos Guimarães sem guia?
Sim, boa parte do roteiro pode ser feita por conta própria, principalmente mirantes e cachoeiras fora do parque. No entanto, algumas atrações exigem guia obrigatório, como o circuito de cachoeiras do parque nacional e a Cidade de Pedra. Por isso, o ideal é combinar passeios independentes com algumas experiências guiadas.
5. Tem atrações turísticas gratuitas na Chapada dos Guimarães?
Sim, várias atrações são gratuitas. O Véu da Noiva (mirante), o Centro Geodésico e pontos ao longo da estrada, como o Portão do Inferno, não cobram entrada.
LISTA DOS PONTOS TURÍSTICOS NA CHAPADA DOS GUIMARÃES
Pensando em facilitar a vida dos viajantes, a Travel criou uma lista com mais detalhes dos principais pontos turísticos da Chapada dos Guimarães. Por isso, as experiências abaixo contam com as informações mais importantes, tais como preço, localização e mais detalhes do serviço. Veja a seguir:






