- Reserve vinícolas com antecedência: muitas bodegas exigem agendamento prévio, principalmente para degustações e almoços harmonizados. Além disso, as mais famosas costumam lotar rápido, especialmente no outono.
- Evite dirigir após degustações: se pretende provar vinhos, o ideal é contratar transfer, tour guiado ou usar aplicativos. Dessa forma, você aproveita a experiência com mais tranquilidade.
- Escolha bem a região das vinícolas: Luján de Cuyo e Maipú são mais próximas e práticas para roteiros curtos. Já o Valle de Uco fica mais distante, mas oferece paisagens ainda mais impressionantes.
- Organize o roteiro por localização: as vinícolas não ficam todas no mesmo lugar. Por isso, agrupar visitas por região evita deslocamentos longos e torna o dia mais produtivo.
- Leve roupas adequadas para variação de temperatura: mesmo no verão, as noites podem ser mais frescas. Já no inverno, o frio aparece com força, principalmente pela manhã e à noite.
- Use protetor solar o tempo todo: o clima é seco e ensolarado na maior parte do ano. Além disso, a altitude aumenta a incidência solar, o que exige mais cuidado com a pele.
- Reserve pelo menos um almoço em vinícola: essa é uma das experiências mais completas da viagem. Normalmente inclui menu em etapas com harmonização de vinhos e vista para os vinhedos.
- Inclua um passeio à alta montanha: visitar a região da Cordilheira dos Andes, com paradas em mirantes e no Parque Provincial Aconcágua, complementa bem o roteiro além das vinícolas.
- Leve dinheiro em espécie: embora muitos lugares aceitem cartão, algumas vinícolas menores, lojinhas e serviços locais ainda preferem pagamento em dinheiro.
- Vá com calma no ritmo da viagem: Mendoza não é um destino para correria. Portanto, intercale passeios, reserve tempo para aproveitar cada experiência e evite montar um roteiro muito apertado
- Principal aeroporto: Aeroporto Internacional Aeroporto Internacional El Plumerillo (MDZ)
- Documento de entrada: RG em bom estado e com menos de 10 anos de emissão ou passaporte válido
- Visto para brasileiros: não é necessário para turismo de até 90 dias
- Outros requerimentos para entrada de brasileiros: não há exigências obrigatórias atualmente. No entanto, as autoridades podem solicitar comprovante de hospedagem, passagem de saída do país e comprovação de recursos financeiros. O seguro viagem não é obrigatório, mas é recomendado
- Fuso horário: UTC/GMT-3
- Voltagem: 220V
- Tomada: padrão tipo I (três pinos chatos em formato inclinado)
- Para mais informações: https://www.argentina.gob.ar/interior/migraciones
Para chegar a Mendoza, o caminho mais comum para brasileiros é voar até o Aeroporto Internacional El Plumerillo (MDZ), que fica a cerca de 10 km do centro. Atualmente, há voos diretos entre São Paulo (GRU) e Mendoza operados por Gol e LATAM, com duração média de 3h25 e cerca de 4 frequências semanais, conforme a programação disponível para abril de 2026. Além disso, a Azul aparece com rota direta entre Campinas (VCP) e Mendoza.
Quem não encontra voo direto também pode chegar a Mendoza com conexão em Buenos Aires, Santiago, Lima ou Panamá. Buenos Aires costuma ser a alternativa mais usada, já que há voos frequentes entre a capital argentina e Mendoza, com duração média de 1h40. No entanto, vale conferir se a conexão envolve troca de aeroporto entre Ezeiza e Aeroparque, pois isso pode deixar o deslocamento mais cansativo.
Além disso, eventualmente acontece operações sazonais para Mendoza. Inclusive, houve operação sazonal da Gol entre Rio de Janeiro (GIG) e Mendoza entre 5 de janeiro e 12 de abril de 2026, com duas frequências semanais. Como essa rota era temporária, vale checar a malha aérea antes de comprar a passagem. De todo modo, para quem sai do Brasil, São Paulo segue como a porta de entrada mais prática para encontrar voos diretos a Mendoza.
Em Mendoza, a locomoção é relativamente simples, mas exige algum planejamento dependendo do tipo de roteiro. Dentro da cidade, dá para usar aplicativos de transporte, táxis e ônibus urbanos, que conectam bem as principais áreas. No entanto, para quem pretende visitar vinícolas, o carro alugado ou transfers privados acabam sendo as opções mais práticas. Isso porque muitas bodegas ficam em regiões como Luján de Cuyo, Maipú e Valle de Uco, com distâncias que variam entre 20 e 100 km do centro.
Por outro lado, também é possível fazer passeios organizados, que já incluem transporte e visitas guiadas, o que facilita bastante a logística, especialmente para quem quer degustar vinhos sem se preocupar em dirigir. Além disso, há opções de tours de bicicleta em regiões mais próximas, que funcionam bem em dias de clima agradável.













