- Leve cartão e algum dinheiro em espécie: cartões são aceitos na maior parte dos estabelecimentos, mas o dinheiro vivo pode ser útil em feiras, mercados, pequenos comércios e para despesas durante passeios.
- Prepare-se para o calor e a chuva: roupas leves, protetor solar, água e um guarda-chuva ou capa de chuva são itens importantes na mala. Mesmo nos meses menos chuvosos, o tempo pode mudar rapidamente.
- Use transporte por aplicativo: é uma das formas mais práticas de circular por Belém, principalmente para trajetos mais longos e à noite. No centro, algumas atrações podem ser conhecidas a pé.
- Planeje os passeios de barco: para conhecer ilhas e comunidades próximas, como a Ilha do Combu, confirme antes os horários, pontos de embarque e valores. Em fins de semana e feriados, a procura pode ser maior.
- Programe os passeios ao ar livre para os horários mais agradáveis: início da manhã e fim da tarde costumam ser melhores para caminhar e ficar ao ar livre, evitando o período de maior calor.
- Leve calçados confortáveis e que possam molhar: além das caminhadas pela cidade, a chuva pode aparecer durante o passeio. Um calçado que seque rápido é uma boa escolha.
- Experimente a gastronomia paraense: reserve espaço no roteiro para provar pratos e ingredientes típicos, como tacacá, pato no tucupi, maniçoba, açaí e peixes amazônicos.
- Fique atento aos pertences: em áreas movimentadas, como mercados e regiões de grande circulação, mantenha celular, carteira e documentos bem guardados.
- Reserve tempo para conhecer além do centro: Belém tem experiências diferentes em seus bairros, ilhas e áreas ribeirinhas. Vale não concentrar todo o roteiro apenas nas atrações históricas.
- PRINCIPAL AEROPORTO: O Aeroporto Internacional de Belém – Val-de-Cans (BEL) é a principal porta de entrada da cidade e recebe voos de diferentes destinos do Brasil e do exterior. Fica a poucos quilômetros da região central.
- DOCUMENTO DE ENTRADA: Brasileiros podem viajar para Belém com documento oficial de identificação com foto, como RG, CIN ou CNH, em bom estado de conservação. O passaporte também é aceito.
- VISTO: Não é necessário visto para brasileiros viajando para Belém. Estrangeiros devem seguir as regras de entrada e permanência no Brasil.
- FUSO HORÁRIO: Belém segue o horário de Brasília (UTC/GMT -3) durante todo o ano e não adota horário de verão.
- VOLTAGEM: 127 V (110 V).
- TOMADA: O padrão é o brasileiro de três pinos (tipo N). Dependendo do aparelho, pode ser necessário levar um adaptador.
- DINHEIRO: A moeda utilizada é o real (R$). Cartões de crédito e débito são amplamente aceitos, mas vale ter algum dinheiro em espécie para pequenas compras e estabelecimentos que não trabalham com cartão.
- CLIMA: Belém é quente durante todo o ano. Para os passeios, prefira roupas leves, calçados confortáveis, protetor solar e tenha sempre uma capa de chuva ou guarda-chuva por perto.
- PARA MAIS INFORMAÇÕES: Portal oficial de turismo de Belém.
Para chegar a Belém, há voos diretos partindo de diversas capitais brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e Manaus. A oferta de voos varia de acordo com a cidade de origem e a época do ano, por isso vale comparar horários e tarifas antes de comprar a passagem.
O Aeroporto Internacional de Belém – Val-de-Cans (BEL) é a principal porta de entrada aérea da capital paraense e fica a poucos quilômetros do centro. Para quem já está no Pará ou em estados da região Norte, também é possível chegar à cidade por estrada e por via fluvial, dependendo do ponto de partida.
Por estar na entrada da Amazônia e ter uma das principais infraestruturas de transporte da região, Belém funciona como ponto de chegada para quem pretende conhecer outros destinos do Pará. A partir da capital, é possível seguir para lugares como Ilha do Marajó, Salinópolis e Alter do Chão, usando diferentes meios de transporte.
Antes de viajar, confira a disponibilidade de voos e os horários dos transportes regionais, especialmente se Belém for apenas o início do roteiro pelo Pará.Belém tem uma rede de ônibus urbanos, mas, para turistas, aplicativos de transporte e táxis costumam ser opções mais práticas, principalmente para trajetos mais longos. No centro, muitas atrações podem ser visitadas a pé.
Para conhecer áreas próximas, como a Ilha do Combu, é preciso recorrer ao transporte fluvial. As embarcações partem de diferentes pontos da cidade, de acordo com o destino e o passeio. Em geral, uma combinação de caminhadas e transporte por aplicativo atende bem quem visita Belém.
Quer saber como se locomover pela cidade, quais são as melhores opções de transporte e quanto custa cada uma? Confira nossa página completa sobre “Transportes em Belém.”

























