A busca por destinos internacionais vai além de paisagens, gastronomia e experiências culturais. Cada vez mais, viajantes também consideram fatores como segurança e estabilidade antes de escolher o próximo lugar para conhecer. Nesse cenário, países da Ásia aparecem entre os mais pacíficos do mundo no Índice de Paz Global 2026.

SINGAPURA E JAPÃO LIDERAM ENTRE OS PAÍSES ASIÁTICOS
Entre os países asiáticos, Singapura conquistou a melhor posição no ranking, ocupando o oitavo lugar mundial. Logo depois, Japão aparece na décima colocação, enquanto Malásia ficou em 12º lugar entre os países mais pacíficos do planeta. Além desses destaques, Butão alcançou a 16ª posição global, reforçando sua presença entre os destinos mais tranquilos da região. Enquanto isso, Mongólia ficou em 34º lugar, seguida por Vietnã, Taiwan e Coreia do Sul, que também aparecem no ranking.
Por outro lado, quando o levantamento considera a região Ásia-Pacífico de forma ampliada, Nova Zelândia ocupa a liderança regional e aparece como o segundo país mais pacífico do mundo, atrás apenas da Islândia.
REGIÃO ÁSIA-PACÍFICO MANTÉM DESTAQUE GLOBAL
Apesar dos bons resultados individuais, a região Ásia-Pacífico apresentou uma redução no nível médio de paz em comparação ao ano anterior. Segundo o levantamento, 12 dos 19 países avaliados registraram piora nos indicadores, enquanto seis apresentaram avanços e um permaneceu estável.
Nesse sentido, o relatório aponta que a principal influência negativa veio do aumento das tensões relacionadas aos conflitos em andamento. Além disso, a área de segurança e proteção social também apresentou uma pequena queda. Ainda assim, a região continua ocupando a segunda posição entre as mais pacíficas do mundo, ficando atrás apenas da Europa Ocidental e Central.
JAPÃO AVANÇA E CHINA REGISTRA QUEDA NO RANKING
O Japão foi um dos países que apresentaram melhora na avaliação de 2026. De acordo com o índice, o país avançou principalmente devido aos resultados positivos relacionados aos conflitos em andamento, alcançando a décima posição global.
Da mesma forma, a Mongólia também melhorou sua colocação e chegou ao 34º lugar no ranking mundial. Em contrapartida, a China apresentou uma das maiores quedas entre os países da Ásia-Pacífico, ocupando a 118ª posição. A mudança ocorreu principalmente por alterações nos indicadores ligados à segurança e proteção. Além disso, o Camboja também registrou uma piora significativa, ficando na 96ª colocação mundial.

SUL DA ÁSIA ENFRENTA DESAFIOS NO ÍNDICE DE 2026
Enquanto alguns países asiáticos conquistaram boas posições, o Sul da Ásia apresentou um cenário mais desafiador. A região teve a maior deterioração entre todas as áreas analisadas pelo índice, com uma queda média de 2,3% na pontuação.
Mesmo diante desse resultado, alguns países conseguiram avanços. O Butão permaneceu como o território mais pacífico do Sul da Ásia, ocupando o 16º lugar global. Além disso, o Sri Lanka apresentou melhora e passou a ocupar a segunda posição regional.

RANKING REVELA OS PAÍSES MAIS PACÍFICOS DO MUNDO
O Índice de Paz Global 2026 colocou a Islândia no primeiro lugar mundial, seguida pela Nova Zelândia e pela Suíça. Entre os 20 países mais pacíficos, a Ásia aparece representada por Singapura, Japão, Malásia e Butão.
Por fim, o levantamento reforça que segurança e estabilidade fazem parte dos fatores que influenciam a escolha de destinos internacionais. No entanto, o índice não substitui orientações oficiais de viagem e deve ser utilizado apenas como uma referência geral sobre o cenário de cada país. O levantamento, elaborado pelo Instituto de Economia e Paz, avaliou 163 países e territórios independentes a partir de 23 indicadores. Entre os critérios analisados estão segurança da população, conflitos internos e externos e nível de militarização.

CONHEÇA TÓQUIO
Tóquio é o tipo de cidade que pede mais do que um mapa e uma lista de atrações. Ela exige curiosidade, tempo e disposição para o inesperado. Em outras palavras, planejar uma viagem para a capital japonesa pode parecer desafiador — e não só pelos mais de 18 mil quilômetros que a separam de São Paulo, por exemplo. É que quanto mais distante um lugar está da nossa realidade, mais difícil parece ser compreendê-lo de verdade, não é?

Ainda assim, o Japão já habita o nosso cotidiano: em um prato de lamén no almoço, nos mangás que marcaram a infância, ou no caos quase coreografado das filas de metrô. Mas como transformar essa familiaridade superficial em uma experiência de viagem autêntica?
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