Já imaginou trocar um quarto de hotel tradicional por uma noite dentro de uma Pokébola gigante? Essa experiência saiu do universo dos jogos e ganhou uma versão real no Japão. Em meio à natureza de Hokkaido, uma estrutura esférica de três metros de diâmetro foi transformada em uma hospedagem inspirada no universo de Pokémon. A atração fica na região de Tomakomai, às margens de um lago, e foi criada pela Not a Hotel em parceria com o Pokémon Sleep. Apesar de parecer uma nova opção de hospedagem temática, o espaço terá acesso extremamente limitado.
UMA POKÉBOLA DE TRÊS METROS NO MEIO DA NATUREZA
A construção chama atenção principalmente pelo formato. A estrutura utiliza hemisférios de acrílico moldados para reproduzir o visual clássico de uma Pokébola, mas ganhou adaptações para funcionar como um quarto de verdade. Por dentro, cada espaço foi planejado para aproveitar a área circular. A cama, por exemplo, recebeu um colchão feito sob medida para acompanhar o formato da esfera. Já a porta de correr acompanha a curvatura da estrutura, mantendo a proposta de criar uma experiência imersiva.
Ao mesmo tempo, a abertura posicionada em frente à cama permite que os hóspedes observem a paisagem do lado de fora. Assim, quem dormir na Pokébola poderá acordar com a natureza de Hokkaido como cenário. Para participar, os interessados precisam entrar em uma campanha promovida nas redes sociais.

EXPERIÊNCIA FOI CRIADA PARA COMEMORAR ANIVERSÁRIOS DA FRANQUIA
A hospedagem faz parte de uma ação especial relacionada ao universo de Pokémon. A experiência celebra os 30 anos da franquia e também os três anos do Pokémon Sleep. Lançado para celulares, o Pokémon Sleep transforma o acompanhamento do sono em uma experiência dentro do universo Pokémon. O aplicativo registra os hábitos noturnos dos usuários e utiliza essas informações para criar diferentes interações com os personagens. Por isso, a escolha de uma hospedagem voltada justamente para uma noite de sono combina diretamente com a proposta do aplicativo.
QUEM PODE DORMIR NA POKÉBOLA?
Apesar de funcionar como uma hospedagem, a estrutura não receberá hóspedes por meio de reservas tradicionais. A oportunidade será destinada exclusivamente aos participantes de uma campanha do Pokémon Sleep realizada no X, antigo Twitter. A ação acontece entre 15 e 30 de setembro de 2026. Para concorrer, os participantes precisam cumprir as condições determinadas pela organização. Entre elas, estão ter o Pokémon Sleep instalado, manter o perfil no X público e seguir a conta oficial do aplicativo, além de realizar as demais etapas indicadas na campanha. Ao final, dez duplas serão selecionadas, totalizando 20 pessoas.

HOSPEDAGEM SERÁ GRATUITA, MAS VIAGEM FICA POR CONTA DOS VENCEDORES
Os vencedores não precisarão pagar pela experiência dentro da Pokébola. A hospedagem inclui uma noite no local, jantar no primeiro dia e café da manhã na manhã seguinte. No entanto, a campanha não cobre os custos para chegar até Hokkaido. Quem for selecionado deverá arcar com o próprio deslocamento até a região, incluindo os gastos relacionados à viagem até o Aeroporto de New Chitose. Outras despesas pessoais também ficam sob responsabilidade dos participantes. Portanto, embora a estadia seja gratuita, chegar até a hospedagem exige planejamento e orçamento por parte dos vencedores.

Ainda assim, a oportunidade será extremamente limitada. Apenas 20 pessoas poderão experimentar a hospedagem durante a campanha, o que torna a Pokébola de Hokkaido uma experiência temporária e exclusiva para os participantes selecionados.
CONHEÇA TÓQUIO
Tóquio é o tipo de cidade que pede mais do que um mapa e uma lista de atrações. Ela exige curiosidade, tempo e disposição para o inesperado. Em outras palavras, planejar uma viagem para a capital japonesa pode parecer desafiador — e não só pelos mais de 18 mil quilômetros que a separam de São Paulo, por exemplo. É que quanto mais distante um lugar está da nossa realidade, mais difícil parece ser compreendê-lo de verdade, não é?

Ainda assim, o Japão já habita o nosso cotidiano: em um prato de lamén no almoço, nos mangás que marcaram a infância, ou no caos quase coreografado das filas de metrô. Mas como transformar essa familiaridade superficial em uma experiência de viagem autêntica?
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