Perder uma mala durante a viagem é sempre ruim, mas localizar malas perdidas pode se tornar mais rápido nos aeroportos. Isso porque a empresa de tecnologia da aviação SITA integrou o sistema Find Hub, da Google, ao WorldTracer, plataforma usada por companhias aéreas para rastrear bagagens atrasadas.

Com essa integração, passageiros podem compartilhar a localização da mala quando ela não chega ao destino. Assim, as equipes das companhias aéreas recebem os dados diretamente no sistema usado para recuperar bagagens.

COMO FUNCIONA
Primeiro, o viajante usa uma tag rastreadora compatível com Android dentro da mala.
Se a bagagem atrasar, ele abre o Find Hub e gera um link com a localização. Em seguida, envia esse link para a companhia aérea.
Então, a equipe visualiza a posição da mala dentro do WorldTracer. Dessa forma, a empresa consegue localizar malas perdidas com mais precisão e reduzir o tempo de busca.

PASSAGEIRO CONTROLA OS DADOS
O compartilhamento acontece apenas se o passageiro autorizar. Além disso, ele pode interromper o acesso a qualquer momento.
Os links expiram automaticamente e os dados permanecem criptografados. Ou seja, o viajante decide quem pode acessar a localização da mala e por quanto tempo.

Hoje, o WorldTracer já funciona em cerca de 2.800 aeroportos e atende mais de 500 companhias aéreas. Com o novo recurso, a aviação aposta em dados compartilhados para localizar malas perdidas de forma mais rápida e transparente.
Leia também: Startup australiana lança a primeira mala com AirTag integrada






