Museu do Louvre está fechado nesta segunda-feira, 15 de dezembro, após os trabalhadores aprovarem uma greve por melhores condições de trabalho. A paralisação foi definida em votação unânime e levou o museu a suspender todas as visitas previstas para hoje. Além disso, o movimento ocorre em um momento sensível para a instituição, que enfrenta episódios recentes de instabilidade. A seguir, veja o que motivou a greve e como o fechamento impacta o funcionamento do museu.

GREVE FECHA O MUSEU DO LOUVRE NESTA SEGUNDA-FEIRA

Os trabalhadores do Museu do Louvre aprovaram uma greve e fecharam o monumento nesta segunda-feira, 15 de dezembro. Cerca de 400 funcionários participaram da votação e aprovaram a paralisação por unanimidade, segundo a AFP. Com isso, o museu suspendeu todas as visitas previstas para hoje.

No site oficial, o Louvre confirmou o encerramento ao longo do dia. Além disso, o comunicado informa que a greve foi convocada pelos sindicatos CFDT, CGT e Sud. O movimento pressiona por melhores condições de trabalho e reforço no quadro de funcionários.

REIVINDICAÇÕES GANHAM FORÇA APÓS EPISÓDIOS RECENTES

A greve acontece em um momento delicado para o museu. Em outubro, ladrões assaltaram a Galeria Apollo e roubaram joias da coleção de Napoleão. O crime durou apenas seis minutos e terminou com a fuga dos suspeitos, apesar do alarme acionado.

Além disso, três semanas atrás, uma inundação atingiu a biblioteca do Louvre e danificou cerca de 400 obras e documentos antigos. Diante desse cenário, os funcionários passaram a relatar condições de trabalho cada vez mais precárias. Por isso, o grupo cobra aumento de pessoal e melhorias na estrutura para lidar com a demanda diária do museu.

CONHEÇA PARIS 

Paris é sempre uma boa ideia, já diria Audrey Hepburn. A cidade está em nosso imaginário como um lugar onde a delicadeza e a força se combinam; onde o ar carrega perfume, cheiro dos pães recém saídos do forno e romance. Tem sua arquitetura-referência, as molduras mais icônicas de todo Velho Continente, e criou um universo onde a arte é tão importante quanto a história. Ah, e ainda é dona de um dos sorrisos mais marcantes do nosso tempo: a Monalisa.

Na capital francesa, a sensação é de que se está sempre acompanhado de elementos importantes e de lugares especiais, vivendo algo único, mesmo dentro do metrô ou só flanando por aí. Por lá, cada caminho importa; afinal, em uma cidade tão icônica, estar, demorar-se e apreciar já é vivê-la… Aprenda com os franceses “A arte de viver” e simplesmente exista, mas em Paris, descobrindo que, às vezes, os clichês são realmente o que valem a pena.

Para continuar lendo sobre Paris, acesse o conteúdo completo na Travel.