Quem está planejando uma viagem ao Japão precisa ficar atento a uma nova regra em Tóquio. O distrito de Shibuya passou a aplicar multas para quem jogar lixo nas ruas, uma medida que busca preservar a limpeza de uma das regiões mais visitadas da cidade. Além da punição financeira, as autoridades reforçaram a fiscalização em meio ao crescimento do turismo internacional. Entenda como a nova regra funciona e por que o descarte de lixo se tornou uma preocupação no destino.

TÓQUIO COMEÇA A MULTAR QUEM JOGAR LIXO EM SHIBUYA

Shibuya, uma das regiões mais movimentadas de Tóquio, começou a aplicar multa para quem jogar lixo nas ruas. A punição custa 2 mil ienes, cerca de R$ 65, e mira principalmente áreas com grande fluxo de visitantes. Além disso, as autoridades devem reforçar a fiscalização com agentes espalhados pelo bairro.

A medida surge em um momento de forte crescimento do turismo no Japão. Em Shibuya, esse movimento aparece com ainda mais força por causa da famosa Shibuya Crossing, uma das travessias de pedestres mais movimentadas do mundo. Por isso, o descarte irregular de lixo se tornou uma preocupação para moradores, comerciantes e autoridades locais.

Embora o Japão seja conhecido pela limpeza das cidades, o país tem poucas lixeiras públicas. Por questões de segurança e hábito local, muitos japoneses carregam o próprio lixo até encontrar um local adequado para descarte. Portanto, quem visita Tóquio deve levar uma sacolinha na mochila, evitar deixar resíduos nas ruas e seguir as regras para não pagar multa durante a viagem.

CONHEÇA TÓQUIO

Tóquio é o tipo de cidade que pede mais do que um mapa e uma lista de atrações. Ela exige curiosidade, tempo e disposição para o inesperado. Em outras palavras, planejar uma viagem para a capital japonesa pode parecer desafiador — e não só pelos mais de 18 mil quilômetros que a separam de São Paulo, por exemplo. É que quanto mais distante um lugar está da nossa realidade, mais difícil parece ser compreendê-lo de verdade, não é?

Ainda assim, o Japão já habita o nosso cotidiano: em um prato de lamén no almoço, nos mangás que marcaram a infância, ou no caos quase coreografado das filas de metrô. Mas como transformar essa familiaridade superficial em uma experiência de viagem autêntica?

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