Marcas de moda ampliam sua presença para além das lojas — e, cada vez mais, o café surge como um novo ponto de contato com o público. Nesse cenário, a Golden Goose entra nesse movimento com a abertura do Younique Milano, em Milão.
GOLDEN GOOSE ENTRA NA ONDA DOS CAFÉS
O novo espaço fica no bairro de Brera e, além disso, mistura cafeteria, música e comunidade. Durante o dia, serve cafés especiais e confeitaria italiana. Já à noite, recebe eventos, DJs e encontros criativos.
Assim, a proposta é clara: fazer o cliente ficar mais tempo e, ao mesmo tempo, se conectar com a marca para além da compra.
O projeto marca a expansão do conceito Younique, que começou em Bangkok e, agora, chega a um dos principais polos da moda.
LUXO APOSTA EM CAFÉS COMO EXTENSÃO DA MARCA
No entanto, a Golden Goose não está sozinha. Hoje, outras marcas já usam cafés como parte da experiência.
A Dior, por exemplo, consolidou o Café Dior em diferentes cidades, integrado às lojas. Da mesma forma, a Louis Vuitton investe no formato, com cafés e restaurantes em destinos como Paris, Nova York e cidades da Ásia. Inclusive, a Lacoste abriu seu próprio café também em Paris.
Além disso, nomes como Prada, Ralph Lauren e Armani já operam cafeterias e espaços gastronômicos próprios.
MAIS QUE CAFÉ: EXPERIÊNCIA E ESTRATÉGIA
Na prática, esses espaços funcionam como extensões físicas da marca. O cliente entra para tomar um café, mas tambémpermanece pelo ambiente, pela estética e pela experiência.
Dessa forma, o café vira um ponto de entrada mais acessível ao universo do luxo e, ao mesmo tempo, ajuda a fortalecer a relação com o público.
Por fim, com a chegada da Golden Goose a esse movimento, a tendência ganha ainda mais força. Assim, o cenário aponta para um caminho claro: no varejo de luxo, vender produto já não basta — é preciso criar experiência.













